“A pandemia de guerra dos homens”

“Intitular a pandemia do COVID-19 como uma guerra está na demarcação patriarcal de que este espaço é “lugar de homem”, porque guerra nunca foi – e ainda não é – coisa de mulher. Não à toa, também no contexto da pandemia, a maioria dos gabinetes de decisão é composto por homens, salvo alguns casos pontuais, uma vez que são eles vistos como os naturais líderes de combates.” Em colaboração para o site FESMINISMOS, a pesquisadora do LabGen Débora Thomé e a professora e economista Hildete Pereira de Melo explicam porque é problemática a linguagem militarista hoje utilizada para descrever os esforços contra a COVID-19. Confira aqui.